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Anamnese Manoel Escaleira
Anamnese
Manoel Escaleira
Narrativas improváveis. Das mais antigas que escrevi. Personagens saídas um pouco duma imaginação que pretendia ser diferente. Reuni-as sob o título de Anamnese, tentativa de trazer ao presente um passado mais ou menos marcante. Ou, platonicamente, como se fosse possível trazer ao presente, acontecimentos passados, já que, sendo a alma imortal, pode superar as meras caraterísticas do corpo de que é prisioneira. O Elogio de Joitomena, A Cana 1, 2, 3, Tríptico: O Amor Foi No Rio, A Eterna Vertigem, A Mulher Cujo Filho Morreu Há Dias, Biblioteca, 1, 2, 3 e Anamnese Mito e Rito. Todas estas narrativas são inéditas, à exceção de A Eterna Vertigem, publicada pelo Diário Popular em 28-05-1970 e que e a minha filha Cláudia investigou e de que conseguiu uma cópia que me ofereceu, emoldurada, num encontro familiar mais ou menos festivo.
| Medios de comunicación | Libros Paperback Book (Libro con tapa blanda y lomo encolado) |
| Publicado | 13 de octubre de 2018 |
| ISBN13 | 9781728754628 |
| Páginas | 236 |
| Dimensiones | 152 × 229 × 14 mm · 349 g |
| Lengua | Portugués |