Fantasmas de um escritor em Paris - Marco Guimaraes - Libros -  - 9781521470879 - 9 de junio de 2017
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Fantasmas de um escritor em Paris

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Repercussões da versão impressaAs histórias inventadas por este autor brasileiro, situam-se em grande parte no Quartier Latin, em torno de sujeitos em trânsito, completamente fascinados pela topografia parisiense, vivendo enredos que poderíamos caracterizar entre o estranho e o fantástico, a lembrar algumas das melhores páginas de Borges ou de Cortázar. Maria Graciete BESSE: Professeur de Portugais Université de Paris- Sorbonne/Paris IV. Revue Latitudes-Paris (n° 43- pp 14 -17) O seu meta-romance é uma apresentação excelente e fascinante de realidade e ficção. Tanto na forma como no conteúdo é surrealismo, e, pensando nas obras de Guimarães Rosa, realismo mágico. Nossos agradecimentos ao autor ficcional e real de uma obra magnífica. Russell G. HAMILTON. Professor Emérito, Ph. D. Yale University (1965). Professor de Literaturas de Língua Portuguesa. Vanderbilt University- EUAUM ROMANCE ONDE SE FICCIONA A FICCIONALIDADE. É um livro singular para reflectirmos sobre o mundo actual e nos darmos conta daquilo que é este séc. XXI. Manuel RUI. Poeta, contista, ensaísta, crítico literário. Autor de Quem me dera ser onda - Luanda- AngolaUma voz que surge entre a fragmentação literária dando corpo e alma a um texto de longo fôlego inspirado em romancistas definitivos - como Proust, um de seus inspiradores. Aquele velho prazer da leitura sobrevém numa linguagem despojada, sem amarras e sem compromisso, apenas com o objetivo de fazer literatura - mais especificamente, o romance. Roberto AMADO. Editor, tradutor, escritor, com resenhas e críticas literárias na Revista Veja, Caderno 2 - Estadão, Jornal Leia, Washington Post DescriçãoBoa parte das cenas desse romance se passa em Paris. Mas nossos protagonistas, Jean Pierre e Jerôme, conduzem-nos também a flanar pelas ruas de outras cidades. Nova York, Buenos Aires, La Paz e Rio de Janeiro cruzam-se, como na construção de um mosaico, de um espaço ideal, para um flanêur que evoca nitidamente a figura surgida com Baudelaire no século XIX. Quais seriam os pontos em comum de tais protagonistas com o flanêur baudelairiano? Ainda temos, aqui, o homem hesitante entre o fascínio e temor diante das n.... cenas urbanas, encantado e intimidado com os personagens misteriosos que aparecem e desaparecem sem deixar vestígios no meio da multidão. Mas a flanerie se expandiu, em primeiro lugar, pelo entrecruzamento das cidades, que se revelam simultaneamente singulares e idênticas, com suas mortes e conspirações. O que aproxima e distingue as cidades pelas quais Jean Pierre e Jerôme se deslocam? Em meio à violência das urbes atuais, a multidão já não é mais um refúgio para esse flâneur dos chamados tempos pós-modernos e os impasses se multiplicam. Surge, assim, uma nova figura do flâneur, que perambula por múltiplos espaços, geográficos e virtuais, como um observador anônimo em constante deslocamento. A literatura, com seus escritores, personagens e projetos, torna-se, aqui, um grande espaço de flânerie e sempre do sonho. Pelas ruas do texto de Lodd, seremos conduzidos a reconstruir o olhar hesitante do flâneur, dividido entre o horror e o encantamento, entre o pesadelo e o sonho.

Medios de comunicación Libros     Paperback Book   (Libro con tapa blanda y lomo encolado)
Publicado 9 de junio de 2017
ISBN13 9781521470879
Páginas 148
Dimensiones 140 × 216 × 9 mm   ·   195 g
Lengua Portugués  

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